PAR??METROS ANAL??TICOS

GRANO


     

Peso Hectolitro (Resolu????o SAGPyA 1262/04)

?? um importante fator de qualidade em todas as partes do mundo e est?? influenciado pela uniformidade, forma, densidade e tamanho do gr??o, al??m do conte??do de mat??rias estranhas e gr??os quebrados da amostra. Para um mesmo trigo, com maior Peso Hectolitro, maior rendimento de farinha. Define-se como o peso de um volume de 100 litros de trigo tal qual, expresso em kg/hl. Determina-se mediante o uso de uma balan??a Schopper.

Umidade (IRAM* 15850 Parte 1)

Realiza-se uma moagem pr??via, seca-se a uma temperatura de 130 ??C +/- 3 ??C a press??o normal, com estufa de circula????o for??ada de ar durante uma hora.

Mat??rias estranhas (Resolu????o SAGPyA 1262/04)

S??o aqueles gr??os ou peda??os de gr??os que n??o s??o de trigo p??o e toda outra mat??ria inerte.

Gr??os danificados (Resolu????o SAGPyA 1262/04)

S??o aqueles gr??os ou peda??os de gr??os que apresentam uma altera????o substancial em sua constitui????o. Consideram-se como tais. os gr??os ardidos e/ou danificados por calor, gr??os verdes, geados, brotados, calcinados, ro??dos por lagarta e ro??dos em seu g??rmen.

Gr??os com carv??o (Resolu????o SAGPyA 1262/04)

S??o aqueles transformados em uma massa pulverulenta de cor preta, causada pelo ataque do fungo Tilletia spp. Seu aspecto exterior ?? arredondado e de cor cinza.

Gr??os quebrados e/ou chochos (Resolu????o SAGPyA 1262/04)

S??o aqueles gr??os ou peda??os de gr??os (n??o danificados) de trigo p??o que passam por uma peneira com furos de 9.5 x 1.6 mm.

Gr??os barriga branca (Resolu????o SAGPyA 1262/04)

S??o os gr??os que se caracterizam por sua textura de amido em uma metade ou mais do gr??o, que se aprecia por uma colora????o externa amarelada definida.

Conte??do de Prote??nas Base 13.5% de Umidade (Resolu????o SAGPyA 1262/04 - M??todo qu??mico da ICC N?? 105 ???IRAM* 15852)

As prote??nas s??o compostas org??nicos complexos que cont??m nitrog??nio. As prote??nas da farinha s??o respons??veis pela forma????o de gl??ten quando a mesma ?? posta em contato com a ??gua. Foram determinadas na farinha pelo m??todo de Kjeldhal. enquanto que no gr??o se quantificaram por m??todos r??pidos baseados em reflet??ncia e transmit??ncia (NIR / NIRT).

Peso de 1000 gr??os (IRAM* 15853)

Seu valor se relaciona com a quantidade de farinha que se pode obter de um campo de trigo. A determina????o se realiza mediante a contagem de gr??os, usando um contador eletr??nico e posterior pesagem. Os gr??os quebrados e as mat??rias estranhas s??o removidas previamente da amostra.

Cinzas (IRAM* 15851)

A determina????o de cinzas constituiu um dos melhores m??todos para medir a efic??cia do processo de moagem. O conte??do de cinzas de uma determinada farinha pode dar uma id??ia da porcentagem de farelo ou minerais que possui.

A mat??ria mineral se encontra no res??duo que fica quando se incinera a farinha. As mat??rias org??nicas como o amido, as prote??nas, os a????cares, etc. s??o queimadas, mas a mat??ria mineral permanece em forma de cinzas.

Determina-se por incinera????o a 900 ??C +/- 25?? ??C mediante mufla, at?? peso constante.


 
MOAGEM

???

(IRAM* 15854-Parte 1 e 2)

Deve-se preparar o gr??o, a fim de coloc??-lo em condi????es de umidade (15.5 %) apropriadas para mo??-lo, o que facilita a separa????o do farelo do endosperma. A moagem se efetua em um moinho experimental Buhler autom??tico MLU-202 ou outro que d?? resultados equivalentes.


FARINHA


     

 Umidade (IRAM* 15850 Parte 1)

Efetua-se secando a uma temperatura de 130??C +/- 3??C a press??o normal, em uma estufa de circula????o for??ada de ar, durante uma hora.

 Gl??ten (IRAM* 15864 Parte 2)

O gl??ten ?? uma subst??ncia el??stica e de colora????o branca amarelada que se isola mediante a lavagem da massa com uma solu????o de cloreto de s??dio seguida de centrifuga????o para eliminar o amido e as prote??nas sol??veis (albuminas e globulinas), ficando as prote??nas insol??veis (gliadinas e gluteninas) que constituem o gl??ten ??mido e seco. O resultado se expressa em porcentagem.

A caracter??stica principal do gl??ten ?? a de dar coer??ncia e aglutinar ??s c??lulas de amido. O gl??ten, em panifica????o, ?? o que ret??m os gases que se desprendem durante a fermenta????o por efeito do fermento. Determina-se mediante o equipamento Glutomatic.

Zeleny Test (AACC N?? 56-61-IRAM* 15875)

Este teste ?? orientativo da qualidade de uma prote??na, estimando a for??a do gl??ten. Est?? associado ?? quantidade e ?? qualidade das prote??nas. O ??lcool isoprop??lico em meio levemente ??cido, atua sobre o gl??ten (prote??nas) produzindo uma incha????o. Quanto maior for este, maior volume de precipitado se obter?? e, portanto, melhor ser?? o volume de p??o.

 Failing Number (M??todo de Harberg - Perten - AACC N?? 56-81-IRAM* 15862)

Mede a atividade amil??sica das farinhas, dependendo delas a capacidade fermentativa das massas na panifica????o. A atividade destas enzimas em um trigo ?? vari??vel, influindo as condi????es clim??ticas no momento da colheita. Clima ??mido e quente faz com que a atividade das enzimas aumente, principalmente em gr??os germinados, liquefazendo as massas, provocando p??es de miolo pegajoso. Para conhecer a atividade das mesmas, utiliza-se o Falling Number. Por este m??todo, de acordo ao tempo de ca??da em segundos, tem-se uma id??ia da atividade enzim??tica. Determina-se com 7 g. de farinha, a 15% de umidade.

Color??metro (Minolta Chroma Meter CR-410)

Utiliza-se para determinar a cor da farinha de forma objetiva, simples e r??pida, j?? que este ?? um par??metro de muita import??ncia para a ind??stria de moagem e panifica????o.

Expressa-se atrav??s do m??todo triest??mulo, Hunter-Lab e mede:

L: ??ndice de claridade: L=100 cor branca. L=0 preto. Mais pr??ximo de 100, mais branca ?? a farinha.

a e b= indicam tonalidade, +a: tom verde, -a: tom vermelho, +b: tom amarelo, -b: tom azul. Para farinha branca, o a deve estar entre +/- 1 ou 2 e o b abaixo de 10. Valor superior a 10 indica tonalidade amarelada. 



REOLOG??A


      

Farinograma (Farin??grafo Brabender - ICC N?? 115)

Utiliza-se para testar, dinamicamente, as propriedades de amassamento com o fim de avaliar a qualidade da farinha e as propriedades de processamento da massa. Os par??metros registrados durante a an??lise evidenciam o comportamento no amassamento, a capacidade de absor????o de ??gua, o tempo que a massa demora em alcan??ar a consist??ncia ??tima e a estabilidade ou toler??ncia ao amassamento.

Mixograma (Mix??grafo Swanson - AACC N?? 54-40)

Determina o tempo de mescla ou desenvolvimento (TD) e estabilidade atrav??s de uma banda que vai graficando o equipamento pela resist??ncia que oferece a massa. Baixo TD ?? ??ndice de m?? qualidade panificadora.

Alveograma (Alve??grafo de Chopin - ICC N?? 121 IRAM* 15857).

- M??todo do fabricante Chopin. Boulogne. Fran??a..

O ensaio do alve??grafo simula graficamente o comportamento da massa na fermenta????o imitando em grande escala a forma????o dos alv??olos originados na massa pelo CO2 que produzem os fermentos. Mede a resist??ncia ?? deforma????o e extensibilidade insuflando ar sobre uma l??mina de massa que se incha at?? o seu rompimento, dando curvas chamadas alveogramas onde a superf??cie sob a mesma indica a for??a panificadora (W), a altura mede a tenacidade (P) e o comprimento da curva a extensibilidade (L) o ??ndice de inchamento (G). A rela????o P/L ou P/G expressa o equil??brio da massa.

Consist??grafo (Alve??grafo NG Consist??grafo Chopin)

???O consist??grafo permite realizar medi????es de tipo consistogr??ficas e tamb??m medi????es alveogr??ficas com hidrata????o adaptada. No primeiro teste, a hidrata????o constante se mede a absor????o de ??gua da farinha e com esta se realiza o ensaio a hidrata????o adaptada. Assim se vai avaliando o comportamento da massa durante o processar de amassar. Os par??metros medidos s??o:
TPr Max: tempo para chegar ao ponto m??ximo de Press??o M??xima.
Tol: toler??ncia: tempo durante o qual a press??o ?? superior a PrMax-20%.
D250: enfraquecimento da massa a 250 segundos.
D450: enfraquecimento da massa a 450 segundos.
WAC: hidrata????o equivalente a 1700 mb baseado em 15% de H2O.
HYDRA: hidrata????o equivalente a 2200 mb baseado em 15% de H2O.

Rapid Visco Analyser (RVA viscoanalisador- Newport Scientific-Norma ICC 162)

Quantifica a viscosidade, determina a resist??ncia ao fluxo de uma pasta com base de amido quando for submetida a uma tens??o de deslocamento constante, incorporando condi????es de tempo e temperaturas. Submete-se a amostra a um ciclo cl??ssico de cozimento (pr??-aquecimento, aquecimento, repouso) onde a viscosidade registra um comportamento que depende em grande parte da origem e das propriedades do amido. Mede o seguinte:
Viscosidade M??xima: m??ximo n??vel de absor????o de ??gua dos gr??nulos que produz um ponto m??ximo de viscosidade.
Viscosidade M??dia: os gr??nulos se rompem por efeito da agita????o e dos pol??meros lixiviam, provocando uma diminui????o na viscosidade.
Viscosidade Final: neste per??odo de diminui????o da temperatura, ocorre a retrograda????o do amido, este fen??meno ?? o precursor da forma????o do gel e a amilose ?? a principal respons??vel. Ali se produz um novo aumento da viscosidade at?? chegar ao ponto final do teste.
T?? de pasta: aumento da viscosidade que corresponde ao come??o da gelatiniza????o dos gr??nulos de amido.
Break down: diferen??a entre a viscosidade m??xima e viscosidade m??dia. Permite conhecer a estabilidade do gr??nulo em ocasi??o do cozimento.
Set Back: diferen??a entre a viscosidade m??xima e a viscosidade final, est?? associado ?? sin??rese e ?? retrograda????o da pasta.

 

PANIFICA????O EXPERIMENTAL
 
 
(M??todo oficial modificado en el Laboratorio de la EEA Marcos Ju??rez)

IRAM* 15858-1.??????

?? uma prova direta em pequena escala onde se avalia a atitude das farinhas para formar um p??o de boas caracter??sticas, permitindo valorizar as diferentes etapas de fabrica????o e observar o tempo que a massa demora em desenvolver e tomar consist??ncia, o comportamento durante a fermenta????o, o volume do p??o e o aspecto interior e exterior do mesmo.

Os valores obtidos refletem o comportamento das farinhas em um m??todo experimental com tempos de fermenta????o curtos, enquanto que na panifica????o industrial, com tempos de fermenta????o maiores, ditos resultados podem ser diferentes.

EL TIPO DURO ADMITIRA COMO MAXIMO UN 5% DE VARIEDADES SEMIDURAS ARBITRAJES ESTABLECIDOS.
DESCUENTOS SOBRE EL PRECIO (SEG??N INTENSIDAD
GRADO PESO HECTOL??TRICO M??NIMO KG. TOLERANCIAS MAXIMAS PARA CADA GRADO GRANOS PICADOS % TR??BOL DE OLOR SEMILLAS C/100 GRS. HUMEDAD INSECTOS Y AR??CNIDOS
MATERIAS EXTRA??AS % GRANOS DA??ADOS GRANOS CON CARB??N % GRANOS PANZA BLANCA % GRANOS QUEBRADOS Y/O CHUZOS(1) %
GRANOS ARDIDOS Y DA??ADOS POR CALOR % TOTAL DA??ADOS %d>
1790,200,501,000,1015,000,500,50814LibreOlores comercialmente objetables desde 0,5 a 2%.

Punta sombreada por tierradesde 0,5 a 2%.
Revolcado en tierra desde0,5 a 2%.

Punta negra por carb??ndesde 1 a 6%.
2760,801,002,000,2025,001,2
3731,51,53,000,3040,002,00
Descuento aaplicar por c/kg. faltante o sobre el % deexcedentes2,01,01,51,05,00,50,52,02% de merma y gastos de zarandeoMerma y gastos de secadaGastos de fumigaci??n

 

GRADO: dentro del tipo contratado el comprador debe recibir mercader??a ???condici??n C??mara??? dentro de cualquiera de los 3 grados establecidos en este est??ndar.
Bonificaciones y rebajas por grado
GRADO 1: bonificaci??n del 1,5%.
GRADO 2: sin bonificaci??n ni rebaja.
GRADO 3: rebaja del 1%.

Libre de insectos y/o ar??cnidos vivos
(1) Son todos aquellos granos o pedazos de granos de trigo pan que pasan por una zaranda de agujeros acanalados de 1,6 mm. de ancho por 9,5 mm. de largo, excluidos los granos o pedazoas de granos de trigo por da??ados.
Contenido Proteico
RangosBonificaciones %Rebajas %
Mayor a 11%2% 
11 %  
Menor a 11% 2%
Menor a 10% 3%
Menor a 9% 4%
Para lotes de Peso hectol??trico inferior a 75kg/hl, no se aplicar??n las bonificaciones por contenido prot??ico.
12. Aptitud Panadera
Las partes podr??n establecer que se considerar??  fuera de grado al trigo cuyo gluten no tenga la capacidad de ligar durante el amasado o el levado, determinado mediante el sistema Glutomatic (AACC N??3812) o por cualquier otro m??todo que d?? resultados equivalentes. A tal efecto las partes deber??n incluir como cl??usula contractual lo siguiente:
???Contrato sujeto al punto 12 del Est??ndarde Trigo Pan???.